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receio de ser preso

por aquimetem, em 20.12.07

           Quem está detido gosta de ser indultado, quem se sente lesado pelo mal que sofreu, por parte do condenado, certamente que fica magoado. Mas pior quando acontecem casos como sucedeu o ano passado em que "um dos indultados era um foragido, condenado, com processo anterior, a quatro anos e meio de cadeia e sobre o qual pendiam vários mandatos de captura nacionais e internacionais por ter fugido para o estrangeiro".  Oxalá este ano o Presidente da República não confie demasiado na lista que lhe é apresentada com os propostos a indulto, porque amigos, amigos, negócios à parte...

            Em vez de conceder indultos  a esta gente, o País  devia  era dar trabalho aos presos, como no tempo em que se construiu o Palácio da justiça de Vila Real e o do Porto, dois que me lembro. Havia menos malandros e mais receio de ser preso. Boas Festas!

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publicado às 14:57


também tem opinião...

por aquimetem, em 17.12.07

           Passados mais de 15 anos o tribunal acabou agora por arregaçar as mangas e finalmente fazer justiça... num processo que remontava a 1988/99 e que envolvia figuras demasiado honradas e incapazes de ludibriar o Fundo Social Europeu (FSE) em 358 mil contos (1,8 milhões de Euros) .

           Foi essa a conclusão a que na passada 2ª-feira chegou o Colectivo de Juízes, presidido por João Felgar, que entre os 36 arguidos acusados de crime de fraude e plano criminoso constavam Torres Couto, João Proença, Oliveira e Costa e Manuel Veludo afectos à Central Sindical UGT. 

            Não se deve pensar  mal de ninguém só pelo facto de alguém dizer:  aí vai ladrão. Mas toda esta demora para dar fim a um processo que, por mero acaso, até muitos dos incriminados são PS, obriga a que quem tem cabeça pense. E mais ainda quando nem o Torres Couto, em viagem  pelo Brasil, se deu ao trabalho de comparecer no tribunal. Para quê?

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             Estão todos satisfeitos, só o burro da peixeira é que não está convencido, e pensativo, vai dizendo: "o que que esta cambada precisava sei eu".- É burro, mas também tem opinião...   

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publicado às 20:56


O 1º de Dezembro

por aquimetem, em 01.12.07

D. Duarte Pio de Bragança

           Hoje entre as 10 e as 11h00, António Sala entrevistou, aos microfones da RR, o Príncipe Real, D. Duarte Pio de Bragança, que falou à volta da monarquia e da data histórica que neste dia se comemora, ou  devia comemorar se em vez de vendilhões da Pátria  tivéssemos portugueses à frente dos seus destinos. É incrível mas não fora esta entrevista o 1º de Dezembro este ano passava despercebido aos Portugueses que ainda se sentem orgulhosos da terra onde nasceram.

           D. Duarte Pio de Bragança ( Nasceu a 15 de Maio de 1945, em Berna) ,  é o 24 Duque de Bragança e o herdeiro presuntivo do trono de Portugal. É o filho mais velho de D. Duarte Nuno de Bragança (1907-1976) e de Maria de Orléans e Bragança, princesa de Orléans-Bragança.

          Licenciado em engenharia Agronómica , no Instituto Superior de Agronomia de Lisboa, e mais tarde pós-graduação no Instituto para o Desenvolvimento na Universidade de Genebra,

          D. Duarte Pio estudou no Colégio dos Jesuítas, em Santo Tirso, e no Colégio Militar. Serviu como tenente piloto aviador da Força Aérea em Angola, e ali organizou com um grupo multiético angolano uma lista independente de candidatos à Assembleia Nacional, iniciativa que terminou com a sua expulsão do território angolano, por ordens do então Primeiro Ministro, Marcelo Caetano.   

           D. Duarte Pio casou, no Mosteiro dos Jerónimos, a 13 de Maio de 1995, com Isabel de Herédia e tem três filhos.

D. João IV

          O 1º de Dezembro deu-se em 1640, quando e por a classe média e a aristocracia, descontentes com com o domínio espanhol e com o reinado de Filipe IV de Espanha (III de Portugal) querem restaurar a independência, e para isso elegem D. João para encabeçar a causa. D. João aceitou a responsabilidade com relutância, e diz a lenda que incentivado sobretudo pela mulher Luísa de Gusmão. 

          Isto apenas, e só para recordar .... o 1º de Dezembro

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publicado às 23:49


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