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Os amigos são pérolas!

por aquimetem, em 25.11.09

          Há já bastante tempo que não visitava a casa onde trabalhei muitos anos e cultivei amizades que jamais esquecerei. Lá voltei na passada segunda-feira para matar saudades e rever algumas das caras conhecidas que a missão cumprida,  a aposentação  ou as transferências não foram estorvo. Com as torres das Amoreiras a servir-lhe de pano de fundo, este imóvel de interesse publico é, desde 1979, onde a então criada ESSM, pela junção da Escola  com o mesmo nome do Exército e da Escola de Enfermagem da Marinha, foi instalada e se mentem sediada.  

          Trata-se do Quartel de Campo de Ourique, um dos poucos  Quarteis existentes em Portugal que foram propositadamente edifícios para aquartelamento de forças armadas. E que remonta ao tempo e determinação de Guilherme de Schaumburg-Lipe, o Conde de Lipe (Londres,9/1/1724-Wolpinghausem,10/9/1779), notável militar alemão que esteve ao serviço do Exercito Português que organizou profundamente. Quer a parada, quer  os azulejos  deste edifício militar são dignos de  ser apreciados.  Varias Unidades Militares ali tiveram quartel, como: Regimente de Gomes Freire (1803), o 4º de Infantaria (1810),  Regimento de Infantaria 16, e em 1917, o Batalhão de Sapadores de Caminho-de-Ferro. Desde 1979, a Escola do Serviço de Saúde Militar (ESSM).       

          Mas uma visita não pode ficar-se por um passe muito bem, e até à próxima. Até à próxima sim, mas como diz o Dário: tragam um leitão, deste tamanho. Ao que o Zé Vargas de  mão moderada, avisa: Olhe que um leitão assim  é muito para quatro! No meio, o Capitão Godinho  a ver se os dois chegam a um acordo, para futuro encontro, e eu  entretanto aproveitei para fotografar a cena, deixando o prato em meu  lugar, mas vazio! Os amigos são pérolas!

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publicado às 23:44


povo transmontano

por aquimetem, em 08.11.09

 

           No Colégio dos Maristas (ao Alto dos Moinhos) decorreu este tarde o tradicional magusto  da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro.  Associação regional que no passado dia 23 de Setembro completou 104 anos de existência ao serviço da colónia transmontana e alto-duriense da capital. Este evento tem como objectivo reunir em alegre convívio  o maior número possível de transmontanos à volta de uma tradição muito querida da nossa gente, que são os magustos, bem como contribuir para a promoção e divulgação dos produtos da nossa região.

          Para o êxito que nestes últimos anos se tem verificado com a sua realização, conta sem sombra de dúvida o selecto espaço onde decorre, o colégio dos Maristas. Escola de inspiração cristã que tem como cariz principal o  ensino e formação da juventude, meta que desde inicio lhe foi  proposta  pelo fundador do Instituto dos Irmãos Maristas, o  francês  Marcelino Campagnat, nascido em 1789.

          Graças portanto à  generosidade dos responsáveis por este colégio alfacinha, a Direcção da Casa de Trás-os-Montes tem sabido ser merecedora do uso das  instalações disponíveis para este e anteriores convívios, e  certamente vai continuar a merecer essa deferência. Faço votos que sim. 

 

          Sempre muita gente, há no entanto caras que nunca faltam, aqui temos uma bem conhecida de todos os transmontanos, e não só, o inconfundível barrosão Dr. Artur M. do Couto, ao qual  quando lhe apareço não fico barato, mas que fazer!

          Outro que também por dever, por  ser o Presidente da Direcção, não falta é o Professor Dr. Jorge A. de Carvalho S. Valadares.  Aqui o temos desengravatado a ver como param as modas.

          Os produtos genuínos da nossas região desceram cá baixo, e  tiveram provadores e compradores. Deviam descer mais vezes e em quantidade

          Antes da alheira, na fatia de pão centeio; dos copos, um com castanhas,  e outro, cheio de vinho, houve festa com folclore minhoto por  um rancho  constituido por  gente do Minho residente no concelho de Loures. E que já se esqueceram do milho-rei, a espiga vermelha a que chamaram de rainha. Não, a rainha é entremeada. Entre os apreciadores  aqui temos o meu conterrâneo Borges Lopes, atendo como os demais.

          Antes das castanhas, danças minhotas

          O video ajuda a uma melhor comprensão do que foi este convívio transmontano 

          Depois e no decorrer do magusto foi a exibição deste  excelente grupo de cavaquinhos, formado por professores, aqui vê-se  o Prof. Valadares no momento em que elogia e agradece a actuação do grupo a um dos seus elementos reponsáveis. Parabéns a todos e sobretudo aos que ainda se gastam em prol da valores e tradições do povo transmontano.

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publicado às 21:58


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